terça-feira, 10 de julho de 2012

Jé e Ferrão enfrentam a Polônia em clima de decisão

                           

Jé: trabalho intenso em busca de uma das vagas na Tailândia
Foto: Zerosa Filho

A Seleção Brasileira entra em quadra nesta quarta-feira (11/07) para enfrentar a Polônia, em um confronto válido pelo desafio internacional de futsal. Para muitos é apenas mais uma partida amistosa, mas para quem ainda busca afirmação no time verde e amarelo e uma vaga na lista definitiva de convocados para o mundial da Tailândia, em novembro, o amistoso se transformou em uma decisão.

Para os pivôs o duelo é interessante e acirrado. Posição historicamente tida como garantia de gols, os jogadores que desempenham esta função sempre foram um grande trunfo dos brasileiros nos momentos decisivos e são cuidadosamente escolhidos pela comissão técnica.

Fora da relação dos que estarão em quadra nesta quarta-feira alguns jogadores ainda podem conseguir lugar na Tailândia, mas no elenco que enfrenta os poloneses, Betão e Wilde, que já foram campeões mundiais em 2008 e são antigos conhecidos do técnico Marcos Sorato estão na frente por uma das vagas, enquanto Jé e Ferrão correm por fora.

- “Acredito que 80% da seleção já está definida na cabeça do Marcos Sorato, mas a luta é a mesma, até porque se eu estiver entre esses escolhidos, tenho que manter o nível que me garantiu isso, se não estiver tenho que brigar até o último minuto para tentar fazer parte,” Comentou o artilheiro da ADC Intelli, Jé.

Maior goleador da última Superliga Russa de Futsal, com 30 gols, Ferrão é uma das apostas da comissão técnica canarinho para despontar como um dos novos ídolos da modalidade e com apenas 21 anos não se intimida com a responsabilidade.
- “Estou pronto, já passei por muita coisa apesar da pouca idade e creio que experiência não vai faltar caso seja convocado para o mundial, mas se não for vou continuar trabalhando, buscando meu espaço e quando precisarem estarei preparado” Disse.

Não são poucos os pivôs que fizeram a alegria da torcida brasileira, desde a época de Miral e Ortiz, passando por Índio e Lenisio e pelo visto essa posição ainda vai garantir por muito tempo a emoção dos brasileiros.

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